Este é o primeiro post atual, desse blog mesmo...
Fico pensando às vezes como o homem consegue existir ainda, como pode ser como é....
Por tão pouco ele destrói coisas ao seu redor, machuca corações que estavam dispostos a dividir alegrias....
Às vezes, por não saber falar a palavra certa na hora certa, por não saber entender que o silencio pode ser um grito desesperado por socorro, por preferir se omitir ao invés de estender a mão, ele assiste alguém morrer a sua frente.
Às vezes, fico pensando se vale à pena continuar vivendo assim, sabendo que existe esse tipo de coisa por ai, sabendo que haverá, assim como já houve, pessoas que vão destruir sonhos, que vou chegar até a porta de lugares que eu quero e algumas vezes, não poderei entrar por algum motivo. Sabendo que muitas vezes a fumaça dos carros não vão deixar o céu mostrar o azul, que o frio pode chegar em horas que eu não vou ter abrigo, que vou perder pessoas que amo, que vou errar com algumas também, afinal de contas eu não sei muitas vezes como agir e nem sempre vou ter a chance de pedir desculpas....
Já fui peça de tabuleiro para alguém, já me pediram desculpas falsas, já chorei.
Mas, quer saber?
Não importa!
Eu tenho amigos que sabem quando eu quero um afago (como um cachorro?É, talvez sim! E com orgulho...)
Eu tenho amigos que sabem ficar em silencio ao meu lado por uma tarde toda, enquanto eu choro, muitas vezes isso aconteceu, e não me lembro o motivo das lagrimas mas me lembro da alegria que isso vai me dar sempre que me lembrar que estavam lá....
Tenho amigos que dividem a comida comigo, que pegam água na minha geladeira, que não precisam ler meus diários, pois já sabem o que esta escrito ali, que passam a noite comigo montando desenhos, que me pedem um sorriso....
Eu tenho amigos que, quando me abraçam, me fazem esquecer que existe o "resto", porque, fora isso, essa proteção, esse abrigo, o resto é resto....
Por tão pouco ele destrói coisas ao seu redor, machuca corações que estavam dispostos a dividir alegrias....
Às vezes, por não saber falar a palavra certa na hora certa, por não saber entender que o silencio pode ser um grito desesperado por socorro, por preferir se omitir ao invés de estender a mão, ele assiste alguém morrer a sua frente.
Às vezes, fico pensando se vale à pena continuar vivendo assim, sabendo que existe esse tipo de coisa por ai, sabendo que haverá, assim como já houve, pessoas que vão destruir sonhos, que vou chegar até a porta de lugares que eu quero e algumas vezes, não poderei entrar por algum motivo. Sabendo que muitas vezes a fumaça dos carros não vão deixar o céu mostrar o azul, que o frio pode chegar em horas que eu não vou ter abrigo, que vou perder pessoas que amo, que vou errar com algumas também, afinal de contas eu não sei muitas vezes como agir e nem sempre vou ter a chance de pedir desculpas....
Já fui peça de tabuleiro para alguém, já me pediram desculpas falsas, já chorei.
Mas, quer saber?
Não importa!
Eu tenho amigos que sabem quando eu quero um afago (como um cachorro?É, talvez sim! E com orgulho...)
Eu tenho amigos que sabem ficar em silencio ao meu lado por uma tarde toda, enquanto eu choro, muitas vezes isso aconteceu, e não me lembro o motivo das lagrimas mas me lembro da alegria que isso vai me dar sempre que me lembrar que estavam lá....
Tenho amigos que dividem a comida comigo, que pegam água na minha geladeira, que não precisam ler meus diários, pois já sabem o que esta escrito ali, que passam a noite comigo montando desenhos, que me pedem um sorriso....
Eu tenho amigos que, quando me abraçam, me fazem esquecer que existe o "resto", porque, fora isso, essa proteção, esse abrigo, o resto é resto....

1 Comments:
O que nos faz continuar vivendo chama-se esperança.
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