Luto
Não por alguém, mas por algo.
Francisco Junqueira cruzamento com Plínio de Castro Prado, 00h10min, chegando da faculdade. Carro amassado, moto sendo empurrada, um par de tênis no asfalto, cones de sinalização, várias viaturas policiais e uma diferente; policia cientifica.
- Pai, pra que serve a policia cientifica?
- Pra fotografar mortos em acidentes.
- *silêncio*
Eu vi os vestígios de uma morte, fiquei tão triste.
Não pela pessoa que morreu, que eu nem conhecia, não por nada, mas é que eu odeio a consciência de que a morte existe.
Odeio pessoas que falam de morte, odeio ter essa certeza que tudo existe para acabar.
Tinha me afastado um pouco dessa idéia de morte essa semana.
Amanda! Se você olhar pelo lado exposto no email que te mandei, foi engraçado.
Melhoras senhorita Panda, lembresse que os pandas estão em extinção, portanto não cometa suicídio (sei que isso não passou pela sua cabeça, mas só pra ratificar, não custa)




















